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Solos / Adubação / Fertilizantes

MANUAL DE ESTIMULANTES VEGETAIS - CERES

ISBN: 978853180055-9
AUTOR: Paulo Roberto de Camargo e Castro & Outros
R$ 145,00

INFORMAÇÕES DO PRODUTO

MANUAL DE ESTIMULANTES VEGETAIS
Nutrientes, Biorreguladores, Bioestimulantes, Bioativadores, Fosfitos e Biofertilizantes na agricultura Tropical

Autores: Paulo Roberto de Camargo e Castro
             Marcia Eugenia Amaral Carvalho
             Ana Carolina Cabrera Machado Mendes
             Bruno Geraldi Angelini
Páginas: 453
Edição - Ano : 1ª Edição  2017
ISBN: 978853180055-9
Formato : 16,5 x 24,0 cm
Capa : Capa dura / Encadernado
Miolo e acabamento : colado e costurado
Livro : Ilustrado / fotos e gráficos
 
Sobre o Livro :

Os Fertilizantes foliares têm sido aplicados extensivamente na agricultura. Além de caracterizarmos as primeiras aplicações desses agro-químicos, apresentamos aspectos da anatomia das folhas que são atingidas por esses produtos, os mecanismos de absorção passiva e ativa, os fatores que afetam a absorção e também aplicações e penetração dos nutrientes minerais. Consideramos que se trata de uma contribuição para melhor conhecimento da adubação foliar, cuja eficiência tem motivado controvérsias ao longo do tempo.

Os controladores hormonais, fosfitos, aminoácidos, extratos de algas, ácidos húmicos e fúlvicos, além das rizobactérias estimulantes, têm merecido cada vez mais atenção na agricultura tropical à medida que as técnicas de cultivo evoluem, principalmente em culturas de alto valor econômico. Além de caracterizarmos os controladores hormonais, mostramos alguns efeitos dos mesmos nos cultivos tropicais.

O objetivo desta obra é permitir aos Estudantes, Agrônomos, Produtores, Pesquisadores e Professores, que se dedicam à Fruticultura, Olericultura, Cultivos, Pastagens e Ornamentais, utilizar tecnologias já estabelecidas, assim como gerar suas próprias técnicas. Nessas aplicações de controladores hormonais na agricultura tropical é dada ênfase a alguns aspectos práticos da utilização dessa tecnologia agrícola.

Os Coordenadores

- Principais Tópicos /  Assuntos :

.Fertilizantes foliares: sua relevância para a nutrição das plantas e de fatores que afetam a produção.

.Biorreguladores: Auxinas, Giberelinas, Citocininas, Retardantes, Etileno e novos hormônios, cuja pesquisa e desenvolvimento já estabeleceram sua importância para cultivos.

.Bioestimulantes: combinação de biorreguladoresde alta eficáica agrícola.

.Bioativadores: substâncias que induzem a síntese de hormônios endógenos, capazes de melhorar a produtividade vegetal através do aumento no vigor das plantas.

.Fosfitos: possuem ação no controle de doenças, induzindo a síntese de fatores de resistência das plantas; efeito nutricional e de redução da toxidez de glifosato.

Além  de Aminoácidos, Extratos de algas, Extratos vegetais, Ácidos Húmicos e Fúlvicos, Rizobactérias, Metabólitos Microbianos e Antitranspirantes, que apresentam grande potencial de utilização na agricultura tropical.


Índice :

CAPÍTULO 1 - ANATOMIA FOLIAR – 1
1.1. Referências – 7
CAPÍTULO 2 - MECANISMOS DE ABSORÇÃO – 9
2.1. Absorção passiva – 10
2.1.1. Difusão simples – 10
2.1.2. Difusão facilitada – 11
2.1.3. Trocas iônicas através de membranas – 11
2.1.4. Difusão de Donnan – 12
2.1.5. Coesão e adesão - adsorção – 13
2.1.6. Trocas iônicas por adsorção – 14
2.1.7. Trocas iônicas por contato – 15
2.2. Absorção ativa – 15
2.3. Referências – 22
CAPÍTULO 3 - FERTILIZANTES FOLIARES – 23
3.1. Fatores que afetam a eficiência da adubação foliar – 24
3.1.1. Fatores da planta – 24
3.1.2. Fatores do meio – 27
3.1.3. Fatores da solução – 30
3.2. Aplicação foliar e penetração dos nutrientes – 38
3.2.1. Ureia e nitrogênio – 40
3.2.2. Ânions - fósforo, enxofre e cloro – 49
3.2.3. Cátions monovalentes – 50
3.2.4. Cátions divalentes - cálcio e magnésio – 51
3.2.5. Micronutrientes - Co, Cu, Fe, Mn, Mo e Zn – 51
3.3. Referências – 51
CAPÍTULO 4 - BIORREGULADORES – 55
4.1. Auxinas – 58
4.2. Giberelinas – 60
4.3. Citocininas – 62
4.4. Retardadores – 63
4.5. Inibidores – 64
4.6. Etileno – 65
4.7. Novos hormônios – 67
4.7.1. Brassinosteroides – 67
4.7.2. Ácido salicílico – 68
4.7.3. Jasmonatos – 69
4.7.4. Poliaminas – 70
4.8. Biorreguladores na agricultura – 71
4.9. Biorreguladores na fruticultura – 71
4.9.1. Abacaxizeiro (Ananas comosus Merr.) – 71
4.9.2. Bananeira (Musa spp.) – 78
4.9.3. Caquizeiro (Diospyrus kaki L.) – 82
4.9.4. Citros (Citrus spp.) – 84
4.9.5. Macieira (Malus domestica Borkh.) – 91
4.9.6. Mamoeiro (Carica papaya L.) – 100
4.9.7. Mangueira (Mangifera indica L.) – 103
4.9.8. Oliveira (Olea europaea L.) – 109
4.9.9. Pereira (Pyrus communis L.) – 111
4.9.10. Pessegueiro (Prunus persica Batsch) – 118
4.9.11. Videira (Vitis vinifera L.) – 123
4.10. Biorreguladores na olericultura – 128
4.10.1. Aipo (Apium graveolens L.) – 128
4.10.2. Alcachofra (Cynara scolymus L.) – 130
4.10.3. Alface (Lactuca sativa L.) – 133
4.10.4. Batata (Solanum tuberosum L.) – 137
4.10.5. Berinjela (Solanum melongena L.) – 152
4.10.6. Cebola (Allium cepa L.) – 155
4.10.7. Cucurbitáceas (Cucumis spp.) – 156
4.10.8. Morangueiro (Fragaria spp.) – 163
4.10.9. Pimentão (Capsicum annuum L.) – 165
4.10.10. Tomateiro (Solanum lycopersicum L.) – 167
4.11. Biorreguladores em plantas ornamentais – 172
4.11.1. Azaleia (Rhododendron simsii Planch) – 172
4.11.2. Begônia (Begonia spp.) – 174
4.11.3. Bico-de-papagaio (Euphorbia pulcherrima Willd.) – 175
4.11.4. Calceolaria (Calceolaria herbeohybrida) – 175
4.11.5. Crisântemo (Dendranthema morifolium Ramat.) Tzvelev. – 175
4.12. Biorreguladores em cultivos anuais e perenes – 178
4.12.1. Algodoeiro (Gossypium hirsutum L.) – 178
4.12.2. Arroz (Oryza sativa L.) – 178
4.12.3. Cafeeiro (Coffea arabica L.) – 179
4.12.4. Cana-de-açúcar (Saccharum spp.) – 180
4.12.5. Eucalipto (Eucalyptus spp.) – 181
4.12.6. Pinus (Pinus spp.) – 182
4.12.7. Seringueira (Hevea brasiliensis Muell. Arg.) – 183
4.12.8. Soja (Glycine max L. Merrill) – 185
4.12.9. Tabaco (Nicotiana tabacum L.) – 186
4.12.10. Trigo (Triticum aestivum L.) – 187
4.13. Referências – 188
CAPÍTULO 5 - BIOESTIMULANTES – 195
5.1. Referências – 201
CAPÍTULO 6 - BIOATIVADORES – 205
6.1. Referências – 211
CAPÍTULO 7 - FITOTÔNICOS – 215
7.1. Referências – 221
CAPÍTULO 8 - FOSFITOS – 223
8.1. Fosfitos – 224
8.2. Nomenclatura – 225
8.3. Conversão de fosfito em fosfato – 226
8.4. Histórico de utilização de fosfitos na agricultura – 228
8.5. Controle de doenças – 229
8.6. Influência do fosfito nas respostas à carência de fosfato – 232
8.7. O fosfito é um fertilizante? – 234
8.8. Efeito nutricional do fosfito – 235
8.9. Riscos do fosfito ao meio ambiente – 237
8.10. Efeito sobre o desenvolvimento de micorrizas – 239
8.11. Respostas das culturas ao uso de fosfito – 240
8.11.1. Citros (Citrus spp.) – 240
8.11.2. Algodoeiro (Gossypium hirsutum L.) – 242
8.11.3. Cana-de-açúcar (Saccharum spp.) – 242
8.11.4. Batata (Solanum tuberosum L.) – 242
8.11.5. Tomateiro (Solanum lycopersicum L.) – 245
8.12. Efeito sobre a redução da fitotoxidez de glifosato – 245
8.13. Fosfitos no Brasil e no mundo: usos e recomendações – 247
8.14. Referências – 252
CAPÍTULO 9 - AMINOÁCIDOS – 257
9.1. Aminoácidos nas plantas – 257
9.2. Aminoácidos no florescimento – 266
9.3. Aminoácidos em cultivos – 268
9.4. Referências – 282
CAPÍTULO 10 - EXTRATOS – 287
10.1. Extratos de algas – 287
10.1.1. Composição dos extratos de algas – 291
10.1.2. Desenvolvimento vegetal – 298
10.1.3. Agentes antiestressantes – 310
10.1.4. Mecanismos de controle de doenças – 322
10.1.5. Considerações finais – 327
10.2. Extratos vegetais – 329
10.2.1. Uso terapêutico – 330
10.2.2. Uso tecnológico – 332
10.2.3. Uso na produção animal e vegetal – 334
10.2.4. Considerações finais – 337
10.3. Referências – 337
CAPÍTULO 11 - ÁCIDOS HÚMICOS E FÚLVICOS – 347
11.1. Substâncias húmicas como condicionadores de solo – 349
11.2. Benefícios de substâncias húmicas – 351
11.2.1. Aliviação de estresses – 354
11.2.2. Desenvolvimento do sistema radicular – 355
11.2.3. Síntese de enzimas – 361
11.2.4. Germinação de sementes – 361
11.3. Aplicação de ácidos húmicos e fúlvicos – 362
11.3.1. Aplicações na cultura da cana-de-açúcar – 362
11.3.2. Aplicações em culturas de grãos – 363
11.3.3. Aplicações em olerícolas – 364
11.4. Mecanismos de ação das substâncias húmicas – 366
11.5. Considerações finais – 368
11.6. Referências – 369
CAPÍTULO 12 - RIZOBACTÉRIAS – 375
12.1. Constituição da rizosfera – 376
12.2. A biodiversidade da rizosfera – 377
12.3. A planta e o microbioma – 379
12.4. Mecanismos de ação das rizobactérias – 380
12.5. Desenvolvimento de inoculantes – 384
12.6. Especificidade das rizobactérias – 386
12.7. Potencial das rizobactérias estimulantes – 387
12.7.1. Cana-de-açúcar (Saccharum spp.) – 394
12.7.2. Milho (Zea mays L.) – 398
12.7.3. Soja (Glycine max L. Merrill) – 399
12.8. Referências – 400
CAPÍTULO 13 - METABÓLITOS MICROBIANOS – 411
13.1. Introdução – 411
13.2. Metabólitos biopesticidas – 412
13.3. Metabólitos biofertilizantes – 414
13.4. Metabólitos microbianos de ação herbicida – 418
13.5. Metabólitos microbianos no controle de fitopatógenos – 420
13.6. Referências – 424
CAPÍTULO 14 - ANTITRANSPIRANTES – 429
14.1. Ação dos antitranspirantes – 429
14.2. Redução do crescimento – 430
14.3. Classificação dos antitranspirantes – 431
14.3.1. Antitranspirantes do tipo refletor – 431
14.3.2. Antitranspirantes formadores de película (filme) – 434
14.3.3. Antitranspirantes metabólicos – 438
14.4. Antitranspirantes na agricultura – 444
14.4.1. Aplicações em transplante e enraizamento – 445
14.4.2. Aplicação em condições de campo – 447
14.4.3. Aplicações em árvores, frutíferas e em pós-colheita – 448
14.5. Considerações finais – 449
14.6. Referências – 450



 
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