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Florestal / Silvicultura

Restauração Ecológica de Ecossistemas Degradados / 2ª Edição 2015 - UFV

ISBN: 9788572695169
AUTOR: Sebastião Venâncio Martins
de: 83,00
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Economize: R$ 10,00

INFORMAÇÕES DO PRODUTO

Restauração Ecológica de Ecossistemas Degradados – 2ª Edição / 2015

 

Autor: Sebastião Venâncio Martins  

Ano / Edição: 2015 – Segunda Edição

Páginas: 376
Formato: 15 x 22 cm Fotos: Ilustrado
Editora: UFV
Acabamento:
Brochura – colado e costurado
ISBN:
9788572695169

 

Sobre o Livro :

Os ecossistemas possuem peculiaridades quanto à sua estrutura e funcionamento e são submetidos a uma variada gama de impactos que resultam em níveis específicos de degradação, razão por que não é possível desenvolver uma técnica universal de restauração para ser aplicada a todas as situações. Assim, este livro apresenta os avanços do conhecimento na área de Restauração de Ecossistemas no Brasil, com enfoque nos fundamentos teóricos da Ecologia e nas principais técnicas e modelos utilizados por especialistas de diversas instituições. Esta segunda edição, revista e atualizada, traz dois novos e importantes capítulos, um sobre o Banco de Sementes do Solo, enfocando seu uso como técnica de nucleação e no monitoramento de áreas em restauração; e o outro sobre os Avanços e Desafios da Semeadura Direta como Técnica de Restauração Ecológica. Assinam os capítulos deste livro renomados pesquisadores e pós-graduandos vinculados a instituições como EMBRAPA, Instituto de Botânica, Instituto Estadual do Ambiente/RJ, Instituto Florestal/SP, Instituto Socioambiental, TNC, UEG, UEL, UFPEL, UFOPA, UFV, UNESP, USP/ESALQ, assim como técnicos ligados às empresas CBA/Votorantim Metais, Cimento Tupi, Mutirão Agroflorestal e Signus Vitae. Professores e pesquisadores de universidades e institutos de pesquisa, assim como técnicos de empresas dos setores de mineração, de energia e florestal, encontrarão nestas páginas subsídios que os auxiliem nas tomadas de decisões e na aplicação tanto de técnicas já consolidadas quanto na adaptação de novos métodos à realidade da sua região. O amplo e atualizado referencial teórico desta obra contribui para a formação de estudantes de graduação e pós-graduação, estimulando-os a seguir carreira nesta nobre área da Restauração Ecológica.

 Sumário :

Capítulo 1
UMA ABORDAGEM SOBRE DIVERSIDADE E TÉCNICAS DE RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA, 19

A questão da diversidade na restauração ecológica, 19
Diretrizes para a restauração ecológica de ecossistemas, 20
Respeitar a diversidade natural dos ecossistemas, 20
Considerar a matriz em que a área a ser restaurada está inserida, 21
Considerar também outras formas de vida na restauração, 27
Promover a sucessão ecológica por meio de técnicas de nucleação, 31
Considerações finais, 35
Agradecimentos, 36
Referências, 36

Capítulo 2
RESTAURAÇÃO DE ECOSSISTEMAS NO BRASIL: ONDE ESTAMOS E PARA ONDE PODEMOS IR?, 42

Histórico e estado da arte na ciência e na prática da restauração, 42
Avançamos o bastante?, 47
Desafios para a pesquisa em restauração de ecossistemas no Brasil, 51
A necessidade de integração entre a teoria e a prática, 58
Agradecimentos, 59
Referências, 60

Capítulo 3
OS PROCESSOS E ESTÁGIOS SUCESSIONAIS DA MATA ATLàNTICA COMO REFERÊNCIA PARA A RESTAURAÇÃO FLORESTAL, 70

O domínio da Mata Atlântica, 70
A sucessão florestal na Mata Atlântica,72
Mecanismos de substituição de espécies durante a sucessão, 74
Parâmetros estruturais e florísticos para definição de estágios sucessionais da Mata Atlântica, 80
A importância da sucessão florestal na restauração da paisagem, 87
Fatores que influenciam diretamente os processos sucessionais de uma área de Mata Atlântica, 91
Chuva e banco de sementes, 91
Histórico de uso da área, 91
Paisagem fragmentada, 91
Presença de polinizadores e dispersores,  92
Exposição e relevo, 92
Presença de espécies-problema, 93
Considerações finais, 94
Agradecimentos, 94
Referências, 95

Capítulo 4
ASPECTOS ECOLÓGICOS NA PRODUÇÃO DE SEMENTES E MUDAS PARA A RESTAURAÇÃO, 102

O papel de sementes e mudas na restauração, 102
Escopo, abrangência e limites da abordagem deste capítulo, 103
A evolução em conceitos e escala nas práticas de produção de sementes e mudas, 105
A visão ecológica e a abordagem ecossistêmica, 109
Produção de sementes florestais, 113
Planejamento da coleta: seleção de áreas, matrizes e espécies arbóreas, 113
Coleta das sementes, 116
Beneficiamento e armazenagem das sementes, 122
Produção de mudas, 129
Planejamento geral da produção de sementes e mudas a partir dos objetivos da restauração, 129
Da semente à muda: ecologia da germinação e do desenvolvimento das plântulas, 131
Definição do meio de produção: seleção do recipiente e substrato para a produção de mudas florestais, 134
Seleção do recipiente, 134
Seleção do substrato, 138
Nutrição das mudas no viveiro e preparação para o plantio (rustificação), 141
Nutrição das plantas, 141
Rustificação das mudas, 143
Controle de qualidade das mudas, 144
Diversidade genética na produção de propágulos para a restauração, 146
O uso do germoplasma alóctone em projetos de restauração, 151
Considerações finais, 154
Agradecimentos, 156
Referências, 156

Capítulo 5
O PAPEL DOS MAMÍFEROS SILVESTRES NA SUCESSÃO E NA RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA, 169

Introdução, 169
Sucessão ecológica de grupos de mamíferos, 171
Facilitação e inibição da sucessão e da restauração ecológica pela mastofauna, 177
Dispersão de sementes, 180
Herbivoria, predação de sementes e pisoteio, 183
Revolvimento do solo, 184
Considerações finais, 185
Agradecimentos, 186
Referências, 186

Capítulo 6
O PAPEL ECOLÓGICO DAS AVES DISPERSORAS DE SEMENTES NA RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA, 191

Introdução, 191
Aves consumidoras de frutos e a dispersão de propágulos no processo de sucessão, 193
Poleiros e suas vantagens na restauração ecológica de ecossistemas
degradados, 197
Aves dispersoras de sementes como indicadores de avaliação e monitoramento de áreas em processo de restauração, 201
Considerações finais, 203
Agradecimentos, 205
Referências, 205

Capítulo 7
A SILVICULTURA DE ESPÉCIES NATIVAS PARA VIABILIZAÇÃO ECONÔMICA DA RESTAURAÇÃO FLORESTAL NA MATA ATLàNTICA, 212

A destruição das florestas e o aumento da demanda por madeira nativa, 212
A produção de madeira nativa sustentada na biodiversidade e nos processos ecológicos, 216
A possibilidade de integração da produção de madeira nativa com a restauração florestal, 220
Restrições legais, 223
A proposição de um modelo de reflorestamento econômico, com espécies nativas regionais e alta diversidade, 227
Considerações finais, 235
Referências, 236

Capítulo 8
PRÁTICAS E POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA A PARTIR DE REFLORESTAMENTOS COM ALTA DIVERSIDADE DE ESPÉCIES REGIONAIS,  240

Introdução, 240
Restauração ecológica em reflorestamentos mistos com espécies florestais regionais, 243
Instrumentos legais e ferramentas disponibilizadas para a restauração ecológica a partir de reflorestamentos com espécies nativas regionais, 249
Efeitos benéficos das resoluções orientativas na produção de mudas, 250
Ferramentas para viabilizar atendimento às políticas públicas para restauração ecológica a partir de reflorestamentos heterogêneos com espécies nativas, 252
Alguns casos de sucesso quanto à restauração florestal, 253
Ações de restauração florestal em Mogi Guaçu, SP, 253
A importância de se conservar a biodiversidade em obras rodoviárias – o caso do Rodoanel Mário Covas trecho sul, em São Paulo, SP, 256
Considerações finais, 260
Referências, 260

Capítulo 9
AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO DE ÁREAS EM PROCESSO DE RESTAURAÇÃO, 262

Introdução, 262
Conceitos e definições, 264
Atributos de ecossistemas restaurados e ecossistemas de referência, 267
Indicadores para a avaliação e o monitoramento de áreas em processo de restauração, 269
Classificação quanto à forma de medição ou coleta do indicador, 270
Indicadores qualitativos, 271
Indicadores quantitativos, 272
Classificação quanto ao atributo do ecossistema avaliado, 273
Estrutura, 274
Composição, 274
Funcionamento, 275
Serviços ecossistêmicos, 275
Classificação quanto à época em que o indicador é avaliado, 276
Fase de implantação (1-12 meses), 276
Fase pós-implantação (1-3 anos), 277
Fase de vegetação formada (4 ou mais anos), 278
Método de avaliação rápida de áreas restauradas por plantio de mudas em área total, 279
Avaliação prévia pelo método hierárquico, 279
Definição da unidade amostral, 280
Indicadores avaliados, 281
Composição de espécies, 281
Cobertura de copa e altura das espécies plantadas, 282
Cobertura do solo por gramíneas invasoras, 283
Mortalidade, 283
Distribuição ordenada das mudas no campo a partir de grupos de plantio, 283
Avaliação, 284
Desafios para a pesquisa, 288
Considerações finais, 290
Referências, 291

Capítulo 10
O BANCO DE SEMENTES DO SOLO E SUA UTILIZAÇÃO COMO BIOINDICADOR DE RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA, 293
Introdução, 293
Dinâmica do banco de sementes do solo, 295
Aspectos fisiológicos da dormência e germinação de sementes no solo, 299
Variações espaciais e sazonais no banco de sementes,305
Densidade e composição do banco de sementes, 309
Caracterização do banco de sementes do solo, 315
Considerações


 
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